Copenhaga

Copenhaga é uma cidade bem organizada, limpa e moderna, alugamos uma casa em Ewaldsensvej 12, próximo do metro Lindevang, para descobrir a cidade.
Uma cidade de cores sombrias, rodeada de lagos e clima agreste, mas repleta de recantos cheios de cor e gente. Dominada por avenidas amplas como é o caso da Vesterbrogade, que termina na principal rua Strøget uma das principais ruas pedonais do centro da cidade, com ruas cheias de comércio.
Aterramos na cidade no fim de semana de Pentecostes, altura em que os dinamarqueses aproveitam para celebrar o Carnaval, haviam desfiles pelas ruas e a maioria das lojas estavam fechadas.
No primeiro dia fizemos o tour do centro da cidade com a Sandeman’s free walker tour. Um tour de duas horas e meia que começa no city hall e percorre a parte exterior dos jardins de Tivoli, a Strøget, o Danish Royal Palace, a  igreja Marble e a pitoresca zona de Nyhavn. O guia para em sítios turísticos, e aproveita as pausas para explicar a história daquele país tão lutador, relembra a biografia do escritor/poeta Hans Christian Andersen, a história da família real e visita a estátua do Absalon – Warrior Bishop.
Percorre o largo de Nytorv, a praça de  Kongens Nytorv e a praça de Gammeltorv, visita o Danish Parliament e  Royal Danish Theater, a Copenhagen Opera House e  termina na praça de Amalienborg,  comandada pela estátua equestre de Frederik V, com a Igreja de Frederick ao fundo,  popularmente conhecida como a Igreja de Mármore, e onde ocorre a troca da Guarda Real diariamente às 12:00 h, com uma cerimonia imponente, que atrai os mais curiosos.
Almoçamos e partimos para o alternative tour com o mesmo guia, pelo distrito de Vesterbo, rumo à famosa Christiania, uma cidade livre de impostos de regras. Um tour de três horas, que começa por explorar a Red-Light District uma segunda cara de Copenhaga, próximo à Mændenes hjem, uma casa que recebe sem abrigos que se tentam inserir na sociedade. Apanhamos o comboio e cruzamos o rio paramos para apreciar a vista do novo teatro, caminhamos até à vila hippies de Christiania, famosa pela  Green-Light District, uma rua onde a venda de drogas leves é permitida, e onde imperam três regras fundamentais;  divertir-se, não correr e não fotografar.

Regressamos a casa, jantamos e partimos para mais um tour pela noite da famosa cidade da cerveja Carlsberg. Caminhamos de bar em bar, e terminamos em duas das principais discotecas da cidade, a Drunken Flamingo e a Miami. Depois deste dia tão longo, regressamos a casa.
No segundo dia começamos pelo centro da cidade, caminhamos sem rumo pelas ruas, fizemos o passeio de barco com a Netto-Badene pelos canais de Copenhaga que é outra forma de conhecer a cidade. O novo porto, foi feito em meados do século XVII para facilitar o acesso até Kogens Nytorv, a nova praça do Rei. Ali navios vindos dos quatro cantos do mundo chegavam para comercializar seus produtos.
Na hora de almoço, sentamos numa mesinha em Nyhavn, um dos pontos mais movimentados da cidade, e almoçamos comida típica. Um dos lados do canal que ostenta as tradicionais casinhas coloridas que serviam como ponto de encontro dos marinheiros, hoje o canal sustenta um museu náutico ao ar livre.

À tarde percorremos alguns quarteirões até chegar à famosa estátua da pequena sereia. 
Regressamos ao centro, jantamos por no Norreport, num italiano com vista para uma pequena praça cheia de gente. O último dia foi para passear pelos jardins do famoso parque Tivoli. 
Compramos a entrada sem atracções, e ficamos a descansar e a apreciar a magia de um parque de diversões mesmo no centro de uma grande cidade.







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