Langkawi

Às 16:55 estávamos à maior das ilhas da Malásia, Langkawi considerada pela UNESCO, geoparque mundial, apanhamos um táxi até à zona de Pantai Cenang (22RM), a ilha não têm transportes públicos, apenas uma rede de táxis com preços fixos para as diferentes zonas turísticas. A nível turístico a ilha está pouco estruturada, não há muitas atividades culturais, nem muitas alternativas a nível de excursões, havendo tanta diversidade na ilha.
Ficamos no Fave hotel um hotel médio, com boa relação qualidade/preço, mas um pouco afastado da praia, é um lugar moderno, com higiene e confortável para o nível geral do país, mas não é um hotel de férias, deixamos 20 euros de depósito como taxa de segurança.
Passeamos a pé pela rua principal da cidade e jantamos uma massa e uma salada César no Secret Recip (50.05RM).

Acordamos cedo no décimo terceiro dia para aproveitar a ilha ao máximo, após o pequeno-almoço do hotel que era bastante básico, compramos uma excursão Hopping Island (70 RM), na agência de viagens hotel.
Às 9h embarcamos um pequeno autocarro que nos levou com mais meia dúzia de turistas, para um pequeno porto Awana Porta Malai, onde apanhamos um pequeno barco que nos levou por três ilhas Pulau Dayang Bunting, Pulau Singa Besar e Pulau Beras Basah.

A primeira paragem é em Pulau Dayang Bunting também conhecida pela ilha da donzela grávida, o barco para num pequeno pontão, que dá acesso ao Marble Geoforest Park, um floresta com inúmera flora e fauna, repleta de cores e cheiros.
Depois de caminhar alguns minutos, subir e descer escadarios de madeira e atravessar uma pequena ponte de madeira, ao fundo desfruta-se de uma paisagem maravilhosa, Tasik Dayang Bunting (Lago do Pregnanat Dama) um lago azul-turquesa, com uma pequena estrutura própria para mergulhar e desfrutar de um lugar tão mágico cheio de amor, magnificência, mistério e milagre.

Pulau Singa Besar, uma das praias mais bonitas de Langkawi, de areia tão branca e fina com água azul-turquesa e palmeiras, um lugar virgem, apenas habitado por insuportáveis macacos.

Uma outra atracão deste tour é alimentar as águias, o marinheiro para o barco no meio do mar, desliga o motor e atira frango para o mar e rapidamente se podem observar inúmeras águias, grandes e de cores fortes a sobrevoar o céu azul

As 13h já estávamos de regresso almoçamos no hotel, o restaurante do hotel era bastante bom (39.60RM), depois de almoço passeamos até à praia, mas como o mar estava muito agitado, regressamos à piscina do hotel.
Jantamos no Red Tomato, uma pizzaria moderna com óptimo aspecto, mas as pizas não foram muito do nosso agrado (39.60RM), comemos gelados de sobremesa (7.5RM), no final do dia compramos mangostão num supermercado próximo do hotel (10.70RM).


No décimo quarto dia após o pequeno-almoço fizemos o check out, onde nos devolveram os 20 euros e fomos a caminhar até ao nosso próximo hotel, o Resort and Spa Frangipani Langkawi, que ficava no final da rua mesmo em frente à uma praia privada, 15 minutos a caminhar, deixamos 50 euros de depósito acomodamo-nos, uma grande suite, mesmo em frente à praia, numa zona tranquila com uma grande piscina e uma vista para o mar espectacular.
O resort é enorme, os quartos com mobílias antigas, necessitam de uma reforma, apesar de ter frigorífico, um bom quarto de banho, estão velhos, o hotel está numa zona privada, e é bastante bonito camuflado de inúmera natureza, mas na minha opinião a relação qualidade preço é cara.
Como estava uma manhã mais fresca, optamos por visitar o Cable car, fomos de táxi ida e volta (52RM) e a viagem durou 30 minutos. Subir o cable car custa (60 RM), entra-se num teleférico e em 20 minutos está-se no pico mais alto da ilha, a vista é deslumbrante, uma área enorme de florestas virgem com cachoeiras e ao fundo o mar azul celeste que se funde com o céu. A sky bridge estava em reparação, não pudemos visitar.

Voltamos a Pantai Cenang e como o calor já se fazia sentir, decidimos almoçar num dos primeiros sítios que encontramos, experimentamos o Mc Donald’s (14RM), tomamos café no Starbucks (13RM) e passamos por um supermercado para comprar algumas iguarias e umas cervejas locais (10RM).
Passamos a tarde na piscina do hotel, e para jantar voltamos ao hotel anterior que na verdade tinha um restaurante bastante bom (41.60RM).

No décimo quinto dia depois do maravilhoso pequeno-almoço do hotel, fomos dar um pequeno passeio até aos comércios da rua do hotel e compramos algumas coisas para o almoço, e regressamos ao hotel. Aproveitamos o dia para mergulhar nas fortes ondas do mar e refrescar o corpo na água da piscina. Jantamos no Putumayo um restaurante famoso bem classificado pelo trip advisor, mas que nós não gostamos muito. Não tinha ar condicionado, a comida era bastante cara e o sabor picante não nos tornou fás. No final do dia rendemo-nos a fruta do país, manga e mangostões (20RM).

O décimo sexto dia foi exactamente ao anterior à excepção que jantamos no Secret Recipe uma pizza hawaiana (que também não gostamos), no final redemo-nos à fruta e passamos por um supermercado (20RM).
No décimo sétimo dia acordamos cedo, tomamos o pequeno-almoço e fizemos o check out, devolveram-nos os 50 euros. Apanhamos um táxi para o aeroporto (22RM), gastamos as últimas moedas e esperamos o voo das 16:30 para Kuala Lumpur. Jantamos no aeroporto de Kuala e depois de passear pelas lojas usamos o Klia Transit para o T1 (4RM) onde embarcamos às 23:15 para o voo até Istambul.
Às 04:50 do décimo oitavo dia já estávamos em Istambul, passeamos pelas lojas, tomamos o pequeno almoço e esperamos o voo das 07:50 para Madrid.
Chegamos a Madrid às 11:50, almoçamos nos 100 montaditos, para matar saudades das tapas e passeamos pelo aeroporto, às 20:15 estavamos a embarcar rumo ao Porto.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Cayo Coco

Panamá

Turquia