Bucarest

O que se sente quando se aterra num país/cidade que não é a nossa, é bem diferente do que se sente quando estamos de partida, principalmente se fomos bem tratados e acarinhados! Parece que levamos connosco algo da cidade, algo que é nosso e nos faz também pertencer aquele sítio.

Bucareste foi um destino surpresa e inesperado, uns dias cheios de neve, frio, mas muito calor humano. Mas uma das muitas aventuras juntas que torna cada dia inesquecível.

Um país com uma economia um pouco difícil de entender, mas que lhe dá muita particularidade.

Indiscutivelmente a vida social é algo acessível, para o turista. Parar para aquecer as mãos, os pés, as orelhas e o nariz, num cafezito era quase sempre algo muito apreciado, devido às agrestes temperaturas de menos vinte graus. Com doze leu conseguíamos lanchar um café e um bolo, que equivale aproximadamente a trinta cêntimos! Alucinante.

Na impressionante Avenida Kisseleff encontra-se o Arco do Triunfo que curiosamente intitula esta idade como “O pequeno Paris”. Uma avenida principal cheia de movimento, e actividade.

O Palácio do Parlamento, Palatul Parlamentulu é o edifício maior da cidade (o segundo maior do mundo, depois do Pentágono), por dentro é espectacular e confirma a enorme riqueza do país.

A estranha sensação de conhecer os sítios, se saber onde estamos, apesar de ser uma capital com pouca informação turística, fazia-me sentir em casa!

Conhecer uma cidade é muito mais que visitá-la! É entrar na sua privacidade, é pertencer, é tornar-nos parte desse sítio.

Ter pessoas especiais que nos falam com brilho nos olhos da magia desta capital, propiciou um outro olhar a tudo que íamos descobrindo.

Entrar, estar e gostar deste capital foi algo que pouco a pouco foi acontecendo.

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